Table Mountain: a primeira maravilha!

O dia da ida à Table Mountain começou após uma ótima noite de sono!

De manhã, após um café, ajudei Stefan a mandar um email para o irmão (ele não tinha email próprio, mas possuía o endereço do irmão). Mandei através do meu email. Nos despedimos e ele seguiu para a estação de trem. Gostei de conhecê-lo. Um sr. bacana, viajante das antigas. Carregava uma maleta prateada e um saco plástico com algumas coisas. Sereno.

Aproveitei a internet do hostel, descarreguei arquivos e carreguei as baterias das câmeras. Comprei meu ticket do Cable Car para subir na Table Mountain e saí com meu novo equipamento rumo a primeira maravilha natural da minha viagem! E não é que o brinquedo fez sucesso na tal da Montanha Mesa?! O pessoal parou pra perguntar o que era aquilo, se eu mesmo tinha feito, de onde eu era, etc.

 

Por do sol na Table Mountain
Por do sol na Table Mountain

 

Bom, de volta ao trabalho, entre uma abordagem e outra, eu ia registrando essa fantástica montanha. Um grande planalto de 3 km de extensão a mais de 1.500 m de altura. Tudo isso protegendo uma cidade linda como Cape Town. É fantástica mesmo e merece o título de Maravilha Natural do Mundo!

Logo as boas lembranças de 2010, quando fiquei aqui em Cape Town e trabalhei como voluntário na Copa, vieram à minha cabeça!

O por do sol chegou e encontrei com um pessoal do ônibus! O frio veio com força e ventava muito. Fomos quase os últimos a descer, às 22h. Dividimos um taxi e eu fiquei no hostel para deixar minhas coisas. Depois, ainda saí para uma cerveja, mas voltei logo, pois estava bem cansado! Banho e cama!

Confira o vídeo!

 

 

 

No dia seguinte saí para conhecer Signal Hill, uma pequena montanha mais próxima da costa, de onde é possível ver a Table Mountain de um outro ângulo. Bem nesse dia houve um incêndio por lá, então não permitiam a subida de carros. Fiquei a pé e a caminhada foi longa!

 

Table Mountain vista de Signal Hill
Table Mountain vista de Signal Hill

 

Em certo ponto, avistei uma “casinha” bem de longe e fui até lá para conhecer. Xereta, enfiei o cabeção pela porta para olhar se havia alguém e ouvi um barulho. Tirei a cachola rapidamente e fiquei por perto lendo as instruções da placa de entrada. A primeira era “Dargan é um local para orar e glorificar Allah, o todo poderoso”. Depois disso vinham as regras de como se portar no local, mas minha leitura foi interrompida por um tipo estranho (ele provavelmente me viu assim também!), moreno, de barba grande meio grisalha, que apareceu na porta e me perguntou o que eu queria. Antes que eu completasse minha resposta dizendo que eu estava apenas caminhando e resolvi parar para conhecer o local, ele engrossou e disse que era perigoso enfiar a cabeça onde não conhecíamos, pois podia acontecer dela ser cortada. Uma simpática recepção que veio seguida de um “Tire os seus sapatos e entre logo. Esse lugar é sagrado.” Pensei: pois é, eu percebi! Fiquei um tempo por lá, fiz minhas preces (dessa vez, com um dos olhos aberto) e depois fui embora. Ele resmungou algo pedindo para eu deixar uma doação, mas eu achei melhor dar no pé rapidamente. Confesso que fiquei mais atento durante o resto do caminho…

Dargan

Desci a montanha, peguei duas caronas e fui ao Waterfront. De lá, me despedi da cidade, já que no dia seguinte eu pegaria o ônibus (medo!) para Joanesburgo!

Onde se hospedar em Cape Town?

Amber Tree Lodge, um hostel delicioso, em uma rua tranquila e perto da Table Mountain!

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Veja também:

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Mochileiro das Maravilhas no Egito!

Episódio 1 - Table Mountain

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